Não existe. Eu bem insisto: de vez em quando dá-me uma fúria e revolvo a gaveta das receitas, saco de lá algo que pareça apetitoso e atiro-me afincadamente à tarefa. Infelizmente, e na esmagadora maioria das vezes, a coisa dá para o torto. No caso do pudim de ontem à noite, deu para o desfeito. Eu tiraria uma fotografia mas tenho demasiada vergonha…
Descobri que as únicas coisas que me saem razoavelmente bem são as receitas da minha mãe. Deve ser por terem sido testadas anos a fio. Ou isso ou o especial talento da minha progenitora para ler uma receita e dizer: «Estes tipos são doidos! Se eu ponho esta quantidade de farinha/açúcar/ovos/margarina/leite/gelatina isto não vai resultar!». Infelizmente para mim este olho para a química da cozinha não faz parte da minha herança genética.
PS. Mas lá que o pudim sabe bem, sabe!
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1 comentário:
Bem vinda sejas. Já estava com saudades.
Olha que nesta matéria somos duas, no entanto descobri que sei fazer biscoitos, ou melhor, da primeira vez resultou, da segunda nem por isso.
Mas depois da nossa Bavaroise de chocolate, feita a duas porque aí não podia falhar, está provado e comprovado... somos mulheres mais que modernas, sem aptidões culinárias de qualquer espécie, porque eu nem sequer tenho uma mãe/avó etc com jeito para a coisa, acho que o gene simplesmente não existe.
E já que "se" me abriu o apetite, vou comer qualquer coisinha...
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